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Captação foi realizada no final do mês de agosto
Pouco mais de um mês após realizar a primeira cirurgia de enxerto ósseo com ossos provenientes de Banco de Ossos, em Caxias do Sul, o Hospital Pompéia realizou a primeira captação de ossos em doador humano no município. A cirurgia de captação foi realizada na madrugada do dia 26 de agosto e contou com o suporte técnico da Equipe de Captação do Banco de Tecidos Músculo Esqueléticos de Curitiba, no Paraná.
O processo de captação foi feito pela equipe da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Pompéia, que realizou a abordagem com a família para a doação. A cirurgia durou duas horas e meia. Os ossos doados foram encaminhados para Curitiba, onde ficarão armazenados a uma temperatura de – 80ºC, por cinco anos.
“O material ficará em quarentena, período no qual passará por diversos exames para detectar se existe algum problema que impeça a doação. Os ossos ficarão armazenados lá e poderão ser utilizados em pacientes de todo o Brasil, até mesmo em alguém de Caxias do Sul”, explica o ortopedista e traumatologista Marcio Valin, um dos responsáveis pela cirurgia.
Em julho, o Pompéia realizou a primeira cirurgia de enxerto ósseo com ossos provenientes de Banco de Ossos, em Caxias do Sul. A operação foi um sucesso e o paciente está se recuperando. O enxerto para essa intervenção veio do Banco de Ossos de Passo Fundo, instituição com a qual o Hospital Pompéia mantém convênio desde maio.
Além do convênio com uma instituição que forneça o material, o hospital que irá utilizar ossos oriundos de bancos precisa ter profissionais treinados e credenciados no Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. O Pompéia tem em seu corpo clínico quatro médicos credenciados, que passaram por treinamento e estão capacitados para a realização deste tipo de cirurgia. Além de Valin, fazem parte da equipe de captação os médicos Remi Zardo, Marco Girardi e Giovani de Bortoli.
O processo de captação foi feito pela equipe da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Pompéia, que realizou a abordagem com a família para a doação. A cirurgia durou duas horas e meia. Os ossos doados foram encaminhados para Curitiba, onde ficarão armazenados a uma temperatura de – 80ºC, por cinco anos.
“O material ficará em quarentena, período no qual passará por diversos exames para detectar se existe algum problema que impeça a doação. Os ossos ficarão armazenados lá e poderão ser utilizados em pacientes de todo o Brasil, até mesmo em alguém de Caxias do Sul”, explica o ortopedista e traumatologista Marcio Valin, um dos responsáveis pela cirurgia.
Em julho, o Pompéia realizou a primeira cirurgia de enxerto ósseo com ossos provenientes de Banco de Ossos, em Caxias do Sul. A operação foi um sucesso e o paciente está se recuperando. O enxerto para essa intervenção veio do Banco de Ossos de Passo Fundo, instituição com a qual o Hospital Pompéia mantém convênio desde maio.
Além do convênio com uma instituição que forneça o material, o hospital que irá utilizar ossos oriundos de bancos precisa ter profissionais treinados e credenciados no Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. O Pompéia tem em seu corpo clínico quatro médicos credenciados, que passaram por treinamento e estão capacitados para a realização deste tipo de cirurgia. Além de Valin, fazem parte da equipe de captação os médicos Remi Zardo, Marco Girardi e Giovani de Bortoli.
Rádio São Francisco (Jornalismo), 10/09/2010,08h11





